quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Sexo após 50 anos



O papel da sexualidade após os 50 anos pode ser fundamental para a saúde física e psíquica de homens e mulheres. A Organização Mundial da Saúde considera que uma sexualidade segura e prazerosa é um dos indicadores de qualidade de vida de uma população.

O mito de que as pessoas começam a diminuir significativamente a atividade sexual por volta dos 50 anos e que a sexualidade é quase que definitivamente desativada a partir dos 60 anos carece de verdade.
A idade não dessexualiza ninguém, porém, não se pode negar que a sociedade tem (ainda) um olhar meio estranho sobre a velhice sexuada. Em matéria de sexo, não há aposentadoria.

COMO FICA A VIDA SEXUAL DO HOMEM APÓS OS CINQUENTA ANOS?

Na juventude é comum ter ereção mais facilmente, até mesmo com estímulos apenas visuais. Não é raro conseguir ter mais de uma relação a cada encontro sexual. Com o avançar da idade as respostas sexuais vão se modificando, mas isso não o impede de ter uma vida sexual satisfatória.

O homem deve compreender que poderá precisar de mais estímulos para obter uma ereção, que a sua ejaculação poderá levar mais tempo para ocorrer e que precisará de um intervalo maior entre as relações. As chamadas “falhas sexuais” podem ocorrer em qualquer fase da vida de um homem e não apenas na maturidade.
É importante fazer uma avaliação com um médico Urologista para verificar as dosagens de hormônios, principalmente da Testosterona, pois além da diminuição do desejo sexual , uma baixa desse hormônio pode ser responsável pela disfunção erétil.


É de fundamental importância que o homem a partir dos 45 ou 50 anos faça exames anuais para acompanhar o crescimento da próstata, órgão  muito sujeito ao câncer. O que normalmente contribui para a chamada “impotência sexual” nessa fase da vida são alguns medicamentos, uso excessivo de bebida alcoólica e de cigarros, algumas doenças e o sentimento de “estar só”, sem uma parceira.
O avançar da idade não representa o fim da atividade sexual, mesmo que existam problemas nessa área. Dialogue com seu parceiro e juntos procurem ajuda médica. A sexualidade plena resulta em qualidade de vida e é uma possibilidade real para os casais com mais de 50 anos.

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