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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Diabetes - Sexo

Diabetes dificulta o sexo


Vilã da ereção masculina, a diabetes, que compromete a circulação sanguínea no pênis, podendo causar a disfunção erétil, também prejudica a relação sexual das mulheres. Segundo estudo da Universidade da Califórnia, campus São Francisco (EUA), as diabéticas têm o mesmo interesse que as pessoas saudáveis pelo sexo, mas a satisfação geral é baixa. No estudo, foi descoberto que a insulina interfere na lubrificação vaginal, na excitação genital e, consequentemente, no orgasmo.

A pesquisa foi realizada por meio de questionário respondido por 2.270 mil mulheres com idade entre 40 e 80 anos, tratadas ou não com insulina e também não diabéticas. Os resultados foram analisados e o desejo sexual entre elas, comparado. Questões como atividade sexual, satisfação e problemas específicos, como dificuldade na lubrificação, excitação, orgasmo e dor, nortearam o estudo. Também foram levadas em conta as complicações causadas pela diabetes, como doença cardíaca, acidente vascular cerebral, disfunção renal e neuropatia periférica.

Entre as participantes, 21,4%, ou seja, 486 tinham diabetes. Dessas, 139 tomavam insulina. As mulheres com a doença que não ingeriam a substância representavam 40%. Os relatos indicaram que as pacientes tratadas com insulina tinham insatisfação sexual duas vezes maior do que aquelas que não usavam a substância. As queixas da falta de lubrificação e de dificuldade de atingir o orgasmo estiveram presentes em 80% dos relatos. Os problemas causados pela doença foram associados à diminuição da atividade sexual.


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Sensual ou Vulgar



“Sinto que muitas mulheres não sabem lidar com a sensualidade, porque ainda a confundem com vulgaridade"

A repressão sexual impede a liberação da fantasia erótica. Se uma mulher não se permite fantasiar e se conhecer, descobrir as partes de seu corpo que mais respondem aos estímulos, não aprenderá a arte do prazer sexual. Diferentemente do homem, que possui o genital exposto (o pênis), a mulher tem que descobrir o clitóris e a vagina, órgãos essenciais para o orgasmo.

Algumas mulheres tem vergonha de mostrar o próprio prazer ou tem dificuldades relacionadas com certos tabus na intimidade, deve procurar resolver essas questões de forma natural.
A técnica preconiza que a mulher busque inicialmente um autoconhecimento de seu corpo e de suas partes mais sensíveis ao toque.

“A sensualidade é a expressão da sua própria personalidade e sexualidade. Para lidar com ela sem conflitos, é necessário ter autoconhecimento e auto-estima”.

As mulheres deste novo milênio, conforme a sua cultura e o possível acesso aos meios de comunicação e informação, variam nos seus conceitos de identidade feminina. A repressão sexual ainda é significativa e vigora até mesmo nos centros considerados de maior intelectualidade do país.